terça-feira, julho 24

Medo e delírio (Fear and Loathing in Las Vegas, EUA, 1998)



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NOTA:

domingo, julho 22

Cães de Aluguel (Reservoir Dogs, EUA, 1993)


Eu nem lembrava mais desse blog, quando Davi me pediu para postar primeiro, pois esta atitude iria encorajá-lo. Então lembrei de uma conversa sobre cinema que estávamos bifurcando, por assim dizer, e em certo momento revelei a mais nova e assombrosa notícia cinematográfica nacional: O Ministério da Cultura liberou o filme “O doce veneno do escorpião”, baseado no livro autobiográfico da ex-garota de programa Bruna Surfistinha. Isso não seria nada demais se não fosse a dinheirama que será utilizada para tal façanha: nada menos que uns 4 milhões de reais. Naturalmente que descarreguei as maiores injúrias encima dos meus ouvintes sobre este fato. Davi tentou amenizar: disse que para um filme essa quantia não é tão grande. Eu emendei: "Sim, para um filme hollywoodiano não, mas o Brasil não pode dar quatro milhões assim de bandeja". Ele tentou retrucar, e eu interrompi: "E mais! Quentin Tarantino fez Cães de Aluguel com apenas cem mil dólares!". Pensei ter convencido, mas o miserável não se deixou abater. Mesmo assim, a única coisa que pôde dizer foi: "Ah... mas Tarantino é gênio!"

O primeiro filme de Quentin Tarantino é uma pérola. Já existem tantas críticas e opiniões sobre essa película que eu só a escolhi mesmo para contar a estorinha acima. No mais, posso dizer o que todos já sabem: sim, o humor de Tarantino é ótimo, cáustico, criativo. Suas referências à cultura pop são realmente bacanas. Seus diálogos são fantásticos, vivazes, mas nem sempre; às vezes vêm como uma tsunami louca (mas bem poucas).

Dos atores, falo de Steve Buscemi, um grande cara, mas que demorará para se livrar de um reputação apenas underground (para não dizer indie). Tim Roth, cuja atuação todos se impressionam, é um ordinário e chato, mas realmente sua atuação em Cães de Aluguel não é ruim. E por fim Harvey Keitel, um grande ator, mas sempre à sombra da trindade dos coroas De niro - Pacino - Nicholson; em fama, note-se, mas não em qualidade. Gosto dele.

Cães de aluguel, sucesso de público e crítica, trama inteligente e única, estilo Tarantiniano de narrações não-lineares e mistura de humor com violência, ou melhor, com ultraviolence. Embora eu concorde que Tarantino seja um gênio única e particularmente pelo fato de ter feito um bom filme com cem mil dólares, ainda assim não posso negar que Cães de Aluguel seja acima da média.

NOTA: